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DIOGO MOREIRA CAMPEÃO MUNDIAL DA MOTO2

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Domingo histórico para os amantes das pistas. O jovem Diogo Moreira sagrou-se campeão mundial na Moto2. Sem surpresas, o grande prêmio de Valência teve vitória do espanhol Izan Guevara. O principal adversário na luta pelo mundial, Manuel Gonzalez largou em quinto e faltando poucas voltas para o fim abandonou a pista por problemas em sua moto. Diogo Moreira, em uma corrida conservadora, sem sustos ou problemas, apenas completou a prova (chegou em 11º lugar) e se tornou campeão mundial na Moto2 2025. Primeiro brasileiro campeão em qualquer categoria da motovelocidade. Lembrando que ao longo desta temporada, buscou uma recuperação de 60 pontos de desvantagem na classificação. Alcançou, passou, acumulou uma "gordurinha" na pontuação, tendo assim a oportunidade desta última prova ser mais "tranquila". MOTO GP NA PRÓXIMA TEMPORADA Diogo Moreira acertou com a Honda e será piloto da equipe na temporada 2026 da principal categoria da motovelocidade ...

SOBRE O TEMPO...

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O tempo é contraditório... Dizem que ele cura, mas também é mestre em fazer-nos acostumar com tudo. Apaga as memórias, nos anestesia e faz com que nos adaptemos a rotinas que não nos movem. Então... Será que realmente o tempo cura? Sei lá, depende. Às vezes, ele ensina a suportar, aceitar, procrastinar no estilo ‘ladrão silencioso’. Aquele que não rouba com pressa, mas com paciência, persistência, pouco a pouco. No soar dos ponteiros, esperando pelo momento certo. Enquanto isso, sempre acreditando que o tempo tudo resolverá. Pode pesar... A consciência? As consequências? Ou Há consciência? Há consequências? Se deixar levar, adia não só tarefas, mas a vida. No fim, o tempo pode curar, acostumar ou só empurrar (com a barriga). Talvez, mais importante que o tempo, seja a coragem de agir, ou ressurgir. Medo de cair? Falando em medo, esse é outro que sempre nos engana... Algumas quedas parecem o fim, vai ver, são atalhos par...

CORREDOR DE TORNADOS: DESTRUIÇÃO E LUTO EM RIO BONITO DO IGUAÇU

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Como diz aquele velho ditado “depois da tempestade vem a calmaria”, quem viu o fim da noite e amanhecer deste sábado 08, não imagina que, algumas horas atrás, um cenário de caos e destruição assolou parte da região Sul do Brasil. Ao menos quatro tornados foram registrados entre os estados do Paraná (Turvo/Guarapuava e Rio Bonito do Iguaçu) e Santa Catarina (Dionísio Cerqueira e Xanxerê), deixando um rastro de destruição. No município de Rio Bonito do Iguaçu (PR), a Defesa Civil do Paraná confirmou até o momento cinco mortos e mais de 400 feridos. Além disso, registro de centenas de municípios em ambos os estados com prejuízos e pessoas afetadas pelos fortes ventos, alagamentos e granizo. A sexta morte foi confirmada em Guarapuava, na manhã deste sábado, 08. Em Rio Bonito do Iguaçu, as vítimas foram três homens com idades de 49, 57 e 83 anos, e duas mulheres, com idades de 47 e 14 anos. A vítima de Guarapuava foi um homem de 53 anos. CORREDOR DE TORNADOS. Se puxarmos o históri...

NOTA

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Bom… Não sou de falar em “política”, mas… Lamentável a publicação do município de Pato Branco com o ‘chamamento para artistas e bandas locais’. Sim, os artistas foram “lembrados”… Que honra, né? Tudo depois da nota divulgada pela dupla que ‘ousou’ tocar no assunto, aí sim, no apagar das luzes, o grande gesto: o chamamento público aos artistas locais. Que momento histórico! Aliás, digno ser lembrado na própria cidade. Logo na sexta linha, o selo “realidade brasileira”, reforçando o zelo com o dinheiro público, a frase de ouro: “sem qualquer custo para o município”. Que alívio! Já posso até imaginar o raciocínio por trás de quem elaborou tal publicação: “Ora, o artista toca por amor, não é? Então que o amor pague as cordas, as palhetas, o deslocamento e, se possível, o espetinho depois do show, ou até um capeta (sempre presente nas feiras).” Tem noção do valor de um jogo de cordas? De uma palheta? Uma hora de estúdio? Talvez, com um pouco de sorte, ainda peçam para leva...

O MODERNO CONVÍVIO NO SÉCULO XXI

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Estas linhas foram escritas durante minha última viagem de férias, quando a rotina e o ‘modus operandi’ das pessoas me chamaram a atenção de forma quase que alarmante. É curioso como, em pleno século XXI, vivemos um ‘tempo de paradoxos’: os direitos são amplamente defendidos, mas os deveres (ou o modo de agir) parecem desaparecer no horizonte. E o coletivo, onde fica? A convivência em sociedade parece cada vez mais difícil. O conveniente se torna incoveniente e vice-versa. Senti como se estivéssemos navegando por um mar de direitos conquistados, mas quase sem bússola de responsabilidades. A seguir, alguns episódios que ilustram essa minha inquietação. Sim, apenas ‘alguns’. No aeroporto, aguardando o embarque, o anúncio foi claro: “Passageiros da classe prioritária e grupos 1 e 2, favor dirigir-se às filas correspondentes”. Mesmo assim, aquela multidão se amontoou diante do portão, ignorando a instrução e atrasando o processo. As regras do jogo ali, escancaradas, mas a...

A ARTE DE DESAPRENDER

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Em determinado trecho da viagem, deparei-me com um trecho de Mark Twain, que me serviu de inspiração. “Viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as ideias limitadas; só por isso, muitas pessoas precisam muito viajar. Não se pode ter uma visão ampla, abrangente e generosa dos homens e das coisas, vegetando num cantinho do mundo a vida inteira". Viajar é, antes de tudo, um ato de expansão, não apenas de território, mas de consciência. Isso resume com precisão uma verdade que, mesmo em tempos de hiperconectividade, ainda parece esquecida por muitos: nada substitui o contato direto com o outro, com o diferente, com o imprevisível. Vivemos uma era em que se pode “visitar” o mundo pela tela do celular, mas essa ilusão de presença raramente provoca o mesmo impacto que sentir o chão de uma rua desconhecida, ouvir uma língua que não se domina, ou perceber que nossos costumes (para nós tão naturais e óbvios) não são universais. Viajar nos arranca do centro do m...

PACIÊNCIA, SANTA PACIÊNCIA...

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A virtude da paciência não é somente a capacidade de esperar, mas de compreender que cada coisa tem seu tempo e que esse tempo raramente é o nosso. Viver em sociedade é, sobretudo, lidar com a complexidade do outro: ritmos desalinhados, prioridades conflitantes, ausências disfarçadas de presença... Conviver é perceber que poucos realmente estão 100% disponíveis, atentos ou dispostos e que exigir isso é receita certa para o desgaste (e uns ainda vivem no modo “visualização única” HAHA). O cotidiano virou um campo minado de promessas que não se cumprem, atrasos disfarçados de imprevistos, desculpas esfarrapadas e enquanto, esperamos pelo que nunca chega. Acumulamos... Sim, acumulamos silêncios, frustrações, mal-entendidos e expectativas surreais. Acumulamos muitas vezes, também, o excesso de cobrança em nós mesmos. Com isso surge a sobrecarga, principalmente a emocional e cedo ou tarde, a conta chega. PACIÊNCIA! Paciência, nesse contexto, não é virtude: é mecani...